sábado, 30 de abril de 2011

the fences

"I hope the fences we mended
Fall down beneath their own weight"

John Darnielle

quinta-feira, 28 de abril de 2011

quarta-feira, 27 de abril de 2011

this is your captain speaking

Pelo facto de residir nos Açores (São Miguel), tenho vindo a partilhar com os seguidores do “shoot me” algumas das paisagens que me rodeiam diariamente. Desta vez e apesar da fraca qualidade das fotos abaixo publicadas, decidi ainda assim partilhá-las para que, quem não conhece a ilha de São Miguel, possa ter uma perspectiva aérea da parte sul da ilha e também de uma parte da cidade de Ponta Delgada.
“ready for take off. please fasten your seat belt and enjoy your flight”

    foto 1 - Vila Franca do Campo

    foto 2 - Vila Franca do Campo com o Ilhéu ao largo

    foto 3 - encosta sul da Lagoa do Fogo com a Freguesia de Água de Pau e Caloura em baixo

    foto 4 - vista parcial de Ponta Delgada

segunda-feira, 25 de abril de 2011

és uma melga!!

"Mosquito e pernilongo são termos comuns para designar diversos insectos.
As fêmeas são também conhecidas como melgas ou tropeteiros, designações de carácter popular ou regional, apresentam antenas pilosas e são muito mais corpulentas que os machos; em quase todas as espécies elas alimentam-se de sangue de vertebrados (incluindo o homem) para maturar seus ovários antes de pôr os ovos." Em geral, são um bicho muito chato e particularmente incomodativo quando tentamos adormecer e elas andam por ali a esvoaçar perto dos ouvidos...

domingo, 24 de abril de 2011

Sun is Shining

"Sun is shining, the weather is sweet
Make you want to move your dancing feet
To the rescue, here i am
Want you to know, y'all, where i stand"

link to: Sun is Shining by Bob Marley

    Praia dos Mosteiros

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Ocean

"Ocean take me to your shore.
I haven't been there in so long, so long
Wind blow sand on my skin,
Oh what i'd do to feel you again...again
And there's a girl i want to share you with"

link to: Ocean by Zach Ashton


    Areias Brancas - Santo André

terça-feira, 19 de abril de 2011

what you see is what you get

Dead End

"I drive all alone at night,
Don't know what i'm headed for
I follow the road, blind
Until the road is dead end"
Them Crooked Vultures Band

segunda-feira, 18 de abril de 2011

ponto de vista

um outro olhar, uma outra forma de ver, um outro ponto de vista

    Parque Eólico da Chaminé - Porto Covo

domingo, 17 de abril de 2011

insónias?

diz a sabedoria popular que contar ovelhas ajuda a adormecer.
a primeira ovelha ofereço eu.
um sono descansado...

    Porto Covo

O Anzol

"Eu não sei, se hei-de fugir,
Ou morder o anzol"
 

Baixa - mar

    Praia do Peixe - Porto Covo

quinta-feira, 14 de abril de 2011

ilumina-me

"Enquanto não há amanhã,
ilumina-me"

Farol de Porto Covo
foto tirada às 23h55 a 45"s de exposição - sem flash

Padrão de Nassas

Nassa:
armadilha para apanhar peixe que, tradicionalmente, consiste numa espécie de cesto de boca afunilada feito de vime, arame, rede ou rede plástica esticada sobre aros



foto 1 e 2: nassas tradicionais do Alentejo Litoral / foto 3: nassas tradicionais da Região Açores

terça-feira, 12 de abril de 2011

Vaguear

"andar vagando, ao acaso;
passear ociosamente;
vagar;
errar, sem destino
andar sobre as vagas; flutuar; boiar.”


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Acho que toda a gente devia, uma vez na vida, correr uma onda. Sou dessa opinião.
Mas apenas uma. Escolhiam uma, corriam-na na totalidade, experimentavam, vivenciavam, faziam parte da experiência curiosa que é “caminhar” sobre a água. Faziam-no e afastavam-se em seguida. Assim mesmo, simplesmente.
Mas não da forma que um dia Alguém o fez. Não se trata de milagre ou poder divino.
Aqui tratar-se-ia de partilha. Partilha de conhecimento. Dentro do “mundo de água e sal”, Nat Young, disse que os corredores de ondas são uma raça de gente diferente que caminha nas ruas, com um ar superior às pessoas “comuns” que passam. Como se soubessem algo que mais ninguém sabe. Concordo. E não é presunção, é um facto. Não há argumentos contra isto. Quem nunca correu uma vaga de mar, quem nunca “vagueou” pela água, sabe menos. Desconhece as sensações que surgem debaixo dos pés descalços e movimentos ondulantes, e por isso, sem o saber, é menos feliz. Daí que tenha começado por dizer que todos deviam fazê-lo uma vez na vida. O dia-a-dia de todos seria menos entediante e mais tolerante. Juro.
Sentem-se um dia, num qualquer muro de praia, e observem quantos corredores de ondas saem do mar de ar sisudo e/ou agressivo. Observem a atitude, a linguagem corporal, a linguagem não verbal, de cada um deles e descubram as semelhanças, não as diferenças, que essas serão poucas. E existe uma razão. Observem.
Tento agora explicar a parte complicada desta minha opinião. Fazê-lo apenas uma vez. Uma vez e apenas uma, seria condição imposta. Estou muito seguro em afirmar que depois desta experiência singular, poucos seriam os que conseguiriam afastar-se sem tentar argumentar, renegociar, refutar, contradizer, impugnar, desmentir, enfim, contestar este “contrato” de correr uma só vaga de mar. E como eu os entenderia. Seria como permitir ao cego que visse durante um dia para logo depois lhe retirar esse dom. Analogia algo pesada, eu sei. Mas é propositada.
O tal conhecimento extra que os corredores de ondas têm, seria, por breves momentos vivenciado, distribuído, partilhado por todos. Nesse instante todos saberiam o que os move, a esta “raça”. Acabar-se-ia com esse conhecimento extra, todos saberíamos o mesmo. Compreender-nos-íamos todos. Mas só um grupo restrito poderia continuar.
A alegria conquistada anteriormente na água daria lugar à frustração de alguém que tinha conhecido por um breve instante um conjunto de sensações que não se pode ter em lugar algum que não na superfície de uma vaga. E isto não é qualquer coisa. E passariam a saber porque eram menos felizes. E agora que penso nisso, reformulo: Se és um corredor de ondas, não pares. Se nunca correste uma onda, não comeces.
A ignorância pode ser uma bênção.
(texto premiado na revista Surf Portugal #220 - Maio 2011)
texto e fotos por Marco C.

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Ao fundo

    Porto Covo ao fundo

segunda-feira, 11 de abril de 2011

silhueta urbana

                            Hotel Lince - Ponta Delgada

domingo, 10 de abril de 2011

Hard Sun

   "There's a big
   A big hard sun
   Beating on the big people
   In a big hard world"

    Praia Grande - Porto Covo - link to: Hard Sun By Eddie Vedder

sábado, 9 de abril de 2011

Heading Home

"Em baixo fogos trémulos nas tendas
Ao largo as águas brilham como pratas
E a brisa vai contando velhas lendas
De portos e baías de piratas"


quarta-feira, 6 de abril de 2011

Aloé Vera

Planta suculenta da família das Liliáceas, o Aloé possui folhas carnudas que produzem um gel largamente utilizado como tratamento tópico de problemas da pele — prática que remonta pelo menos a 1500 a. C, quando os curandeiros egípcios o descreveram nos seus tratamentos. A planta é originária do cabo da Boa Esperança e cresce no estado selvagem em grande parte de África e de Madagáscar. Estas, na foto, crescem junto à Igreja de São Roque, Açores.


Toma cuidado Capuchinho

"pela estrada fora eu vou bem sozinha,
 levar estes doces para a avozinha,
 ela mora longe, o caminho é deserto
 e o lobo mau passeia aqui por perto"

                            link to: capuchinho vermelho

terça-feira, 5 de abril de 2011

"Davi e Golias"

                             Lagoa - São Miguel

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Keep Out

                            algures

domingo, 3 de abril de 2011

sábado, 2 de abril de 2011

it's ok

   "Waiting for waves is ok, Most people spend their lives waiting for nothing"

    Praia do Monte Verde - Ribeira Grande

Framed Tree

                             A ç o r e s